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Feira Empreendedora Afrotonizar chega em Plataforma e no Centro de Salvador

Evento financiado pelo Fundo de Cultura (Secult) ocorre nas datas 22 e 29 de julho, em cada bairro. Os empreendedores interessados em expor devem encaminhar e-mail para o projeto.

Por Midiã Noelle/Ascom Afrotonizar


O Projeto Afrotonizar realiza nas datas 22 de julho e 29 de julho em Salvador, na Praça São Braz, em Plataforma e na Ladeira da Preguiça, no Centro, respectivamente, a “Feira Empreendedora Afrotonizar”. As feiras vão ocorrer no âmbito da iniciativa financiada pelo Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), como celebração ao encerramento das oficinas realizadas em quatro bairros ao longo deste mês e, também, no intuito de promover ações de movimento das economias locais e visibilizar as produções culturais dos territórios.

Além de barracas com produtos de empreendedores dos bairros de áreas como vestuário, beleza, culinária, e de apresentações de grupos culturais e dj’s, a programação conta com as falas das idealizadoras do Afrotonizar, Naymare Azevedo e Luma Nascimento e os depoimentos das oficineiras que realizaram as atividades de gastronomia, audiovisual, empreendedorismo e produção cultural, cosméticos, moda e estamparia, sobre os dias de imersão criativa. O objetivo é potencializar os trabalhos já existentes e incentivar o crescimento socioeconômico e novos modelos colaborativos.

A feira já aconteceu no território do Uruguai, que assim como a Liberdade, também receberam atividades do projeto de empreendedorismo com foco em jovens negros. Os empreendedores de ambos territórios – Plataforma e Centro – interessados em expor seus produtos nas feiras devem encaminhar e-mail para a equipe de produção (afrotonizar@gmaill.com) com os seguintes dados: nome, informe do que gostaria de vender nos eventos e telefone de contato.

O Afrotonizar é promoção do empreendedorismo e descolonização dos pensamentos e ocorre em quatro territórios em Salvador (BA): Centro, Liberdade, Plataforma e Uruguai. O projeto conta com apoio do Observatório de Economia Criativa da Universidade Federal da Bahia (UFBA), do site Lista Negra, que conta histórias de vidas de empreendedores negros, e das lideranças comunitárias e organizações dos territórios onde as oficinas são realizadas, como o bloco afro Ilê Aiyê, o Centro Cultural Que Ladeira é Essa?, a Rede de Protagonistas de Itapagipe (Reprotai) e o Centro Cultural Plataforma. Mais informações em www.afrotonizar.com.br.



“Feira Empreendedora Afrotonizar” movimenta final de linha do Uruguai neste sábado (15)

Evento será realizado a partir das 14h00 e contará também com apresentações de grupos culturais 

Por Midiã Noelle/Ascom Afrotonizar


O Projeto Afrotonizar realiza a partir das 14h00 deste sábado (15), no final de linha do bairro do Uruguai, na Cidade Baixa, em Salvador (BA), a “Feira Empreendedora Afrotonizar – Uruguai”. Esta é uma das três feiras que serão realizadas no âmbito da iniciativa financiada pelo Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), como celebração as oficinas realizadas nos territórios ao longo deste mês de julho e, também, serão momentos de promover ações de movimento da economia local das comunidades e visibilidade das produções culturais dos territórios.  As próximas feiras estão previstas para 22 de julho em Plataforma e 29 de julho na Ladeira da Preguiça, no Centro.

Para este final de semana, além das barracas com produtos de empreendedores locais nas áreas de vestuário, beleza, culinária, a programação conta com as falas das idealizadoras do Afrotonizar, Naymare Azevedo e Luma Nascimento e os depoimentos das oficineiras que realizaram as atividades de gastronomia, audiovisual, empreendedorismo e produção cultural, cosméticos, moda e estamparia, sobre os dias de imersão criativa no Uruguai. Também serão realizadas as apresentações dos grupos culturais: Vem Chamegar Comigo, Conspiração, Semente do Amanhã, Teatro Sem Limites e Evolução MC’s.

O Afrotonizar ocorre nesta semana no Espaço Cultural dos Alagados, no final de linha do Uruguai. A Feira Empreendedora vai ocorrer em frente ao espaço, próximo a Base Comunitária. Foto: Juh Almeida

Afrotonizar voltado para jovens, com foco na promoção do empreendedorismo e descolonização dos pensamentos, ocorre em quatro territórios em Salvador (BA): Centro, Liberdade, Plataforma e Uruguai. O seu objetivo  é potencializar os trabalhos já existentes e incentivar o crescimento socioeconômico e novos modelos colaborativos. O projeto conta com apoio do Observatório de Economia Criativa da Universidade Federal da Bahia (UFBA), do site Lista Negra, que conta histórias de vidas de empreendedores negros, e das lideranças comunitárias e organizações dos territórios onde as as oficinas são realizadas, como o bloco afro Ilê Ayiê, o Centro Cultural Que Ladeira é Essa?, a Rede de Protagonistas de Itapagipe (Reprotai) e o Centro Cultural Plataforma.



Curuzu: oficineiras compartilham percepções positivas sobre participação da comunidade

Por Midiã Noelle/Ascom Afrotonizar


Sair da caixinha e acreditar no próprio potencial. Essa foi uma das principais lições que foram compartilhadas e acolhidas durante a primeira semana de oficinas do projeto Afrotonizar, que movimentou a comunidade do Curuzu, no bairro da Liberdade, em Salvador. De 3 a 7 de julho, a equipe da iniciativa financiada pelo Fundo de Cultura, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), compartilhou com moradoras do território na Senzala do Barro Preto, sede do Ilê Aiyê, informações preciosas sobre como utilizar de recursos comuns do dia a dia para desenvolver suas capacidades criativas e empreender.

Segundo a idealizadora do projeto, Naymare Azevedo, a experiência de falar com a juventude do Curuzu foi única. “Poder compreender as demandas do local foi muito importante para o desenvolvimento da oficina em questões de metodologia e enquanto um território negro e criativo. Conseguimos identificar algumas agendas para estar impulsionando o crescimento e o desenvolvimento da economia criativa local”, destacou.

A oficina de Empreendedorismo e Produção Cultural realizada por Naymare contou ainda com a participação de Paulo Azevedo, consultor do Sebrae, que ensinou a metodologia de Canvas, para pensar em como criar negócios, sustentabilidade, redes de contato, ou seja, como fazer a economia negra girar entre a própria população negra. Da atividade surgiu a ideia da criação de um festival para ser aplicado pelos próprios jovens futuramente no território.

Participantes da oficina de Estamparia e Moda com suas criações cheias de identidade e ancestralidade no Curuzu 

Para Loo Nascimento, idealizadora da Drescorração e responsável pela oficina de Estamparia e Moda, a oficina foi muito proveitosa. “Fiquei feliz que foi uma das mais cheias. No primeiro dia fizemos um bate papo sobre empreendedorismo, sobre criar, gerar e gerir uma marca. Os primeiros passos dentro da possibilidade minima que podemos ter. Eu e Luma pudemos ouvir o que cada pessoa fazia e conectar isso no nosso bate papo”, contou.

Loo e Luma Nascimento, do Circuito Rolezinho, falaram sobre tecidos, estamparia africana, garimpo de estampas nacionais, estética afrocentrada, criação com a própria narrativa. E, na aula prática, após apresentação das cores, foi realizada a aula prática com as formas e os carimbos dos blocos de estampa. “As pessoas se sentiram livres pra criar coisas diferentes. Foi lindo ver a participação e interesse da galera e que pode gerar frutos positivos”, completou.
Angélica Moreira, do Ajeum da Diáspora, responsável pelas oficinas de gastronomia, com ênfase em etnogastronomia, disse que a participação dos jovens em sua oficina foi surpreendente. “Todos muito interessados e comprometidos em compreender e fazer releituras sobre novos sabores novos. Por exemplo, reviram o repolho de nova forma, assim como o  gengibre que também tinham muita resistência”, contou. A proposta de dar o recorte em etnogastronia é colocar ingredientes do cotidiano das pessoas, de forma diferente no cardápio.
“Trouxe essa discussão de empreendedoras/es negras/os trabalhando com produto para pessoas negras”, ressaltou Mona Soares sobre o universo dos cosméticos.
Mona Soares disse que a realização de uma oficina como esta no Curuzu a possibilitou estar em contato com um público que não tem tanto contato com a cosmética artesanal, que acaba sendo algo não muito amplo. “Nesse projeto, por estar em contato com esse público e que é uma coisa que me inquietou como mulher negra, vendo esse movimento todo de cabelo crespo, querendo ver os cosméticos para o tom de pele, sei que ainda falta nos colocarmos como pessoas para produzir esses cosmético. De produzir e ter marcas não apenas como consumidor. Foi um curso rápido, mas trabalhei o fazer e trouxe essa discussão de empreendedoras/es negras trabalhando com produtos para pessoas negras. Amo a Liberdade”.

A cineasta Larissa Fulana de Tal contou com a participação de muitas adolescentes na oficina de audiovisual e considerou isso muito positivo. “Confesso que a presença de minhas meninas me deixou muito feliz e energizada por saber que temos muito que trocar, muito o que planejar e que a juventude está atuante. Elas produziram um micro-vídeo com o título “Sim, podemos SER!”, que me deixou muito emocionada por essa compreensão de que temos nossas potencialidades e podemos colocar em prática, basta acreditarmos em nós mesmas”.



Projeto de empreendedorismo prorroga inscrições para cursos gratuitos em Salvador

O Afrotonizar, voltado para jovens negros, é financiado pelo Fundo de Cultura e ocorrerá em quatro bairros de Salvador, por meio de oficinas sobre economia criativa, moda, cosméticos, gastronomia e audiovisual

Por Midiã Noelle*


O Afrotonizar, projeto de formação e promoção do empreendedorismo em quatro territórios em Salvador (BA), prorrogou as inscrições até 30 de junho de 2017, para jovens interessados em participar de oficinas gratuitas sobre economia criativa, moda, cosméticos, gastronomia e audiovisual. A iniciativa, financiada pelo Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), será realizada nos bairros do Centro, Liberdade, Plataforma e Uruguai, tendo como objetivo potencializar os trabalhos já existentes nestas comunidades e o desenvolvimento de outros empreendimentos, assim como incentivar o crescimento socioeconômico e novos modelos colaborativos.

O público prioritário é composto por jovens e adultos negros com faixa etária entre 14 e 30 anos, que se interessem em desenvolver atividades e práticas formativas para a melhoria de vida da população em seus territórios. O projeto ficará durante uma semana em cada bairro, de 3 a 8 de julho no Curuzu, de 10 a 15 de julho, no Espaço Cultural Alagados, de 17 a 22 de Julho, no Centro Cultural Plataforma e de 24 a 29 de Julho, no Centro Cultural Que Ladeira é Essa?. As oficinas serão realizadas no turno da tarde e ministradas por Naymare Azevedo, idealizadora do projeto assim como Luma Nascimento, também criadora do Circuito Rolezinho, Loo Nascimento, da Dresscoração, Larissa Fulana de Tal, do Coletivo Tela Preta, Angélica Moreira, do restaurante Ajeúm da Diáspora e Mona Soares, da Ewé Cosméticos.

A iniciativa conta ainda com apoio da Universidade Federal da Bahia (UFBA), do site Lista Negra, que conta histórias de vidas de empreendedores negros, e das lideranças comunitárias e organizações dos territórios onde as as oficinas serão realizadas, como o bloco afro Ilê Ayiê, o Centro Cultural Que Ladeira é Essa?, a Rede de Protagonistas de Itapagipe (Reprotai) e o Movimento de Cultura Popular do Subúrbio (MCPS).



Abertas inscrições para projeto sobre empreendedorismo para jovens negros

O Afrotonizar é financiado pelo Fundo de Cultura e ocorrerá em quatro bairros de Salvador, por meio de oficinas sobre economia criativa, moda, cosméticos, gastronomia e audiovisual

Por Midiã Noelle


O Afrotonizar, projeto de formação e promoção do empreendedorismo em quatro territórios em Salvador (BA), está com inscrições abertas de 27 de maio a 15 de junho de 2017, para pessoas interessadas em participar de oficinas sobre economia criativa, moda, cosméticos, gastronomia e audiovisual. A iniciativa, financiada pelo Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), será realizada nos bairros do Centro, Liberdade, Plataforma e Uruguai, tendo como objetivo potencializar os trabalhos já existentes nestas comunidades e o desenvolvimento de outros empreendimentos, assim como incentivar o crescimento socioeconômico e novos modelos colaborativos.

O público prioritário é composto por jovens e adultos negros com faixa etária entre 14 e 30 anos, que se interessem em desenvolver atividades e práticas formativas para a melhoria de vida da população em seus territórios. “O Afrotonizar surge também como instrumento importante para o fortalecimento da produção cultural da Bahia, por desempenhar ações de formação e reafirmação da cultura ancestral do território baiano, a partir da ocupação de espaços públicos, da descolonização dos pensamentos e da redemocratização dos acessos e da consciência sobre a utilização destes espaços”, ressaltou Naymare Azevedo, idealizadora do projeto.

O projeto Afrotonizar ficará durante uma semana em cada bairro, de 3 a 8 de julho no Curuzu, de 10 a 15 de julho, no Espaço Cultural Alagados, de 17 a 22 de Julho, no Centro Cultural Plataforma e de 24 a 29 de Julho, no Centro Cultural Que Ladeira é Essa?. As oficinas serão realizadas no turno da tarde e ministradas por Naymare Azevedo, idealizadora do projeto assim como Luma Nascimento, também criadora do Circuito Rolezinho, Loo Nascimento, da Dresscoração, Larissa Fulana de Tal, do Coletivo Tela Preta, Angélica Moreira, do restaurante Ajeúm da Diáspora e Mona Soares, da Ewé Cosméticos.

A iniciativa conta ainda com apoio da Universidade Federal da Bahia (UFBA), do site Lista Negra, que conta histórias de vidas de empreendedores negros, e das lideranças comunitárias e organizações dos territórios onde as as oficinas serão realizadas, como o bloco afro Ilê Ayiê, o Centro Cultural Que Ladeira é Essa?, a Rede de Protagonistas de Itapagipe (Reprotai) e o Movimento de Cultura Popular do Subúrbio (MCPS).